Universalidade do universo

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Universalidade do universo

Pare! Agora observe as pessoas ao seu redor. Imagine o que cada uma pode pensar e o que cada uma está a conversar. Agora imagine as que estão no celular. Agora, imagine as que estão nas casas e apartamentos que te cercam. Imagine o que cada uma pode estar a conversar e pensar. Agora imagine as pessoas que estão do outro lado da linha do telefone. Mais! Imagine o que as pessoas que estão dentro das casas podem estar a fazer. E se elas estiverem assistindo TV? O que pode estar a passar? E ouvindo o rádio? O que o radialista pode estar a pensar e a falar? Mas e os carros? Imagine as engrenagens a girar. Imagine agora os ônibus. Dentro dos ônibus: quantas pessoas? Quantos pensamentos? Imensurável! Não? Inimaginável? Talvez! Contudo, ainda assim, somos intolerantes. Se pensássemos, a cada ato, o que cada pessoa pode ter passado durante as poucas horas em que esteve acordado durante a manhã de um dia qualquer de uma semana corrida, acredito eu, que seríamos um pouco mais tolerantes. Se pensássemos um pouco mais em como cada pessoa pode estar se sentindo, poderíamos ser mais sutis. Se pensássemos na universalidade que nos rodeia, seríamos menos apontadores e mais críticos. Seríamos mais calados e menos risonhos. Seríamos mais nós do que vocês, você seria mais nós do que você e eu seria mais nós do que eu.


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